MAGIA

MAGIA

sábado, 30 de maio de 2015

ATÉ QUANDO, PRECONCEITOS

Até quando?

Fico pasmo de ver como em pleno século XXI ainda existem barreiras que cegam a humanidade produzindo o sectarismo entre semelhantes. Questões como o sexismo, a idade, a cor da pele, a deficiência física, a religiosidade e a opção sexual podem criar abismos entre as pessoas, gerar conflitos desnecessários, traumas muitas vezes irreversíveis, uso da violência – seja física, ou, verbal. E o mais absurdo é que temos a mesma origem, seja na evolução das espécies ou criaturas de um Criador, isso não devia acontecer, mas, acontece e  pergunto: Até quando?
Conceitos foram formados e passados de geração em geração sem qualquer reflexão moral e quais efeitos e proporções, se enraizando em nossas culturas produzindo sombras em nossas mentes que nos levam a julgamentos de valor injustos por conta da formação de uma idéia baseada numa imagem deturpada. Assim, a humanidade vai seguindo ladeira a baixo direcionada por seus preconceitos e  pergunto: Até quando?
Preconceitos que se perpetuam ao longo dos anos, porque mesmo tendo diversos conhecimentos à disposição, revela-se uma completa ignorância quando se omite, se desclassifica e se estabelece estes conceitos que são projetados perante uma parcela da humanidade, e, se esquece de que para cada dedo que se aponta existem três que devolvem as acusações. Por essa razão é que antes de formular qualquer pensamento a respeito nos cabe olhar para nós mesmos e ver o que nos tornamos, limpar as imagens e sombras que vedam a nossa visão e conhecer o desconhecido, olhar para o lado e perceber que somos semelhantes e temos direitos iguais.
E  pergunto: Mas para quando? A resposta é: AGORA!
Afinal de contas “somente quando temos a coragem de enfrentar as coisas como são, sem nenhum auto-engano ou ilusão que surgirá uma luz dos eventos pela qual reconhecemos o caminho do êxito”* , pois “somos muito mais daquilo que pensamos que somos, podemos ser muito mais do que isso, podemos influenciar o nosso ambiente, as pessoas, o espaço e o futuro. Somos responsáveis por todas essas coisas, e, o que nos cerca não nos separamos, somos parte de um todo, estamos conectados a tudo isso e não estamos sós”**. Logo, precisamos aprimorar os nossos conceitos analisando quem somos nós e então mudar o curso da história deixando de lado o erro e o vício do preconceito como apenas uma lembrança de nossa evolução!
  

SER ZEN

“Ser zen não é ficar numa boa o tempo todo, de papo para o ar, achando tudo lindo sem fazer nada.
Ser zen é ser ativo. É estar forte e decidido. E caminhar com leveza, mas com certeza.
É auxiliar a quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza.
Ser zen é ser simples. Da simplicidade dos santos e dos sábios. Que não precisam de nada.
Nada mais que o necessário. Para o encontro, a comida, a cama, a diversão, o trabalho.
Ser zen é fluir com o fluir da vida. Sem drama, sem complicação. Na hora de comer come comendo, sem ver televisão, sem falar desnecessário. Sente o sabor do alimento, a textura, o condimento. Sente a ternura (ou não) da mão que plantou e colheu, da terra que recebeu e alimentou, do sol que deu energia, da água que molhou, de todos os elementos que tornam possível um pequeno prato de comida à nossa frente. Sente gratidão, não desperdiça.
Come com alegria. Para satisfazer a fome de todos os famintos.
Bebe para satisfazer a sede de todos os sedentos. Agradecendo e se lembrando de onde vem e para onde vai.
A chuva, o sol, o vento.
O guarda, o policial, o bandido, o açougueiro, o juiz, a feiticeira, o padre, a arrumadeira, o bancário e o banqueiro, o servente e o garçom, a médica e o doutor, o enfermeiro e o doente, a doença e a saúde, a vida e a morte, a imensidão e o nada, o vazio e o cheio, o tudo e cada parte.
Ser zen é ser livre e saber os seus limites.
Ser zen é servir, é cuidar, é respeitar, compartilhar.
Ser zen é hospitalidade, é ternura, é acolhida.
Ser zen é o kyosaku, bastão de madeira sábia, que acorda sem ferir, que lembra deste momento, dos pés no chão como indígenas, sentindo a Terra-Mãe sustentando nossos sonhos, nossas fantasias, nossas dores, nossas alegrias.
Ser zen é morrer
Morrer para a dualidade, para o falso, a mentira, a iniqüidade.
Ser zen é renascer a cada instante. Na flor, na semente, na barata, no bicho do livro na estante.
Ser zen é jamais esquecer de um gesto, de um olhar, de um carinho trocado no presente-futuro ­passado.
Ser zen é não carregar rancores, ódios, cismas nem terrores.
Ser zen é trocar pneu, as mãos sujas de graxa.
Ser zen é ser pedreiro, fazendo e refazendo casas.
Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais. É ser a respiração que respira em cada ação.
É fazer meditação, sentar-se para uma parede, olhar para si mesmo.
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Encontrar suas várias faces, seus sorrisos, suas dores.
É entregar-se ao desconhecido aspecto do vazio. Não ter medo do medo. Não se fazer ou, se o fizer, assim o perceber e voltar.
Ser zen é voltar para o não-saber, pois não sabemos quase nada.
Não sabemos o começo, nem o meio, muito menos o fim. E tudo tem começo, meio e fim.
Ser zen é estar envolvido nos problemas da cidade, da rua, da comunidade.
É oferecer soluções, ter criatividade, sorrir dos erros, se desculpar e sempre procurar melhorar.
Ser zen é estar presente. Aqui, neste mesmo lugar.
Respirando simplesmente, observando os pensamentos, memórias, aborrecimentos, alegrias e esperanças.
Quando? Agora, neste instante.
É estar bem aqui onde quando se fala já se foi.
Tempo girando, correndo, passando, e nós passando com ele. Sem separação.
Ser zen é Ser Tempo.
Ser zen é Ser Existência.”

sexta-feira, 29 de maio de 2015

CRIATIVIDADE

Pessoas criativas têm várias características 


e qualidades específicas que as diferenciam bastante de indivíduos menos criativos. Certamente, o tipo e o grau de criatividade variam de um indivíduo para outro, e nem todas as pessoas criativas possuem uniformemente, e no mesmo nível, todas as características aqui enumeradas, mas todas têm facilidade de lidar com esses métodos e ideias por ser parte integrante de suas habilidades cotidianas. Além do que, conhecendo essas características e desenvolvendo-os conscientemente, todos nós acabaremos incorporando automaticamente esses atributos e habilidades às nossas competências profissionais e pessoais. 

1. Abertura para o inconsciente

Nosso cérebro pulsa e emite vibrações contínua e regularmente. É composto por cerca de 100 bilhões de células nervosas, chamadas neurônios, que emitem pequenas correntes eletromagnéticas, as ondas cerebrais, as quais se alteram de acordo com nosso estado de consciência. O eletroencefalograma detecta perfeitamente essas ondas que sãop medidas em ciclos por segundo (CPS), ou Hertz.
Existem quatro categorias de ondas cerebrais: BetaAlfaTeta e Delta. Quanto mais alta ciclagem por segundo, mais despertos estamos; é o estado Beta (13 a 40 CPS). Ciclagens mais baixas evidenciam estados menos ativos de consciênciaO Alfa (8 a 12 CPS) é uma onda cerebral mais lenta, estável e rítmica. É o nível do estado mental de serenidade, paz e quietude. Ocorre durante o relaxamento induzido em estado de vigília – quando fechamos os olhos – e, também, quando praticamos visualização criativa, meditação e técnicas de auto-sugestão. A criatividade é fortemente despertada no nível Alfa porque, no estado de quietude por ele provocado, pensamentos e imagens antes impedidos de aflorarem por causa da agitação mental do estão Beta, ficam liberados e emergem até o nível consciente. É aquela ideia ou palpite que surge repentinamente e que dá certo; é o “eureca, achei!”; é o insight.

2. Base de conhecimentos essenciais.                                                       

Quanto mais ampla a faixa de conhecimentos em outras áreas, maior a capacidade criativa do indivíduo. Pessoas que se interessam por outros assuntos (ou que praticam outras atividades) além de suas atividades habituais levam grande vantagem criativa sobre as que não procedem assim. Você não pode retirar da sua mente o que não foi colocado antes lá dentro. A qualidade dos depósitos efetuados na nossa mente é que irá determinar a qualidade das ideias e insights que surgirão. Nenhum especialista ou profissional é capaz de fazer contribuições expressivas sem que tenha conhecimento de inúmeros outros assuntos paralelos à sua especialização. Sem estudo e aprendizagem contínuos em áreas diferentes, é impossível produzir resultados criativos ou inovativos, pois a criatividade é fortemente estimulada pelo conhecimento e vivência em outros campos de atividade, além dos da sua especialidade.

3. Capacidade de análise e síntese

A capacidade de fazer análises – e também de sintetizar – é uma habilidade típica de pessoas criativas. Embora a análise possa dar a impressão de ser algo não criativo, ela é uma fase fundamental do processo de concepção, pois permite avaliar problemas ou obstáculos e dividi-los em partes menores essenciais e enxergar a relação entre a parte e o todo. Indivíduos criativos dedicam muito tempo a análise e síntese de solução de problemas, porque dessas observações depende a qualidade das decisões criativas que serão tomadas, enquanto que pessoas menos criativas parecem querer “arrancar” a solução – sem perder tempo com análises -, antes mesmo de compreenderem a estrutura do problema ou do desafio.

4. Capacidade de perceber e solucionar problemas

Teorias, hipóteses e fatos poucas vezes estimulam a criatividade. O grande combustível da criatividade são as situações problemáticas, aquelas que requerem soluções que aparentemente não têm saída, ou situações difíceis de resolver. É aqui que se revela o diferencial da criatividade e que a torna tão especial através do uso de métodos lineares (isto é, lógicos) e intuitivos. As técnicas ESCUTAR, Quadro de Ideias, Brainstorming, Incubação, são algumas das metodologias criativas extremamente práticas para solucionar problemas e muito fáceis de usar.
Indivíduos criativos possuem grande habilidade de perceber problemas e desafios que escapam à maioria das pessoas. Eles têm uma sensibilidade de entender aspectos menos óbvios ou os pontos mais promissores de uma situação, aquelas oportunidades ocultas que poucos notam. Não por acaso Martinho Lutero disse: “Se você está procurando uma grande oportunidade, descubra um grande problema”.

5. Curiosidade

Curiosidade é ter interesse pelas coisas. Pessoas curiosas não ficam quietas esperando que as coisas aconteçam. Ser curioso permite que o indivíduo esteja aberto a novas experiências, a conhecer novos lugares, pessoas, objetos, vivenciar novas situações. É algo que vamos perdendo à medida que crescemos, pois já catalogamos, mentalmente, tudo o que julgamos ser importante para nós; desse modo, entramos num rotina diária apenas repetindo as experiências e deixamos de lado o fascínio da curiosidade e a busca pelas coisas novas.

6. Flexibilidade

Pessoas criativas têm grande flexibilidade de raciocínio e conseguem  enfocar problemas por vários ângulos diferentes. Quando surgem novos fatos ou circunstâncias, adaptam-se rapidamente à nova situação, não hesitando em abandonar uma linha de raciocínio, substituindo-a por outra mais plausível. Elas gostam de testar, examinar, avaliar, imaginar diversas alternativas e configurações antes de se decidirem por aquela que consideram a melhor solução para resolver o problema ou descobrir oportunidades. Uma das áreas em que o indivíduo flexível mais se dedica é a de fazer perguntas. “E se fizéssemos desse jeito, em vez daquele?”, “Se olhássemos a situação de outro ângulo, o que aconteceria?”

7. Fluência

A fluência é uma das características fundamentais para a resolução criativa de problemas ou descobrir novas alternativas. Pessoas criativas conseguem gerar muitas ideias diferentes para as mais variadas situações, e não se deixam levar pelo tradicionalismo ou por rotinas estabelecidas. Por exemplo: Quantos usos diferentes você daria a um clipe, além de prender papel? Eis algumas possibilidades: palitar dentes, limpar ouvidos, pendurar roupa, gancho, anzol, molho de chaves, marcador de página de livro, desentupir tubo de cola, limpar unhas etc. etc. Certa ocasião, em um curso de criatividade que ministrei, um dos participantes relacionou mais de 50 usos para um clipe, em menos de cinco minutos. Especialistas afirmam que existem mais de 500 utilidades para o clipe. Quantas você consegue encontrar?

8. Habilidade de raciocinar por metáforas

O que as seguintes frases têm em comum?  “Tempo é dinheiro”. “Barriga da perna”, “Na flor da idade”, “Cheque sem fundo”, “Esfriar a cabeça”, “Dente de alho”. Resposta: todas elas são metáforas. A metáfora é uma figura de linguagem que interliga diferentes realidades através de suas semelhanças. Ela ajuda a compreender uma ideia recorrendo a outra ideia. Ela é um dos instrumentos mais úteis ao trabalho criativo, qualquer que seja o campo de atuação profissional. Utilizamos a metáfora o tempo todo. Ela é importantíssima na comunicação do dia a dia. É quase impossível nos comunicarmos sem recorrer à metáfora. Pesquisas revelam que, durante as conversações, usamos de 3 a 4 metáforas por minuto, através de simbologias, comparações e analogias. O GPS – ou um mapa – também é uma metáfora, pois embora não seja uma cidade, ele representa graficamente a estrutura viária da cidade, o que permite encontrar facilmente o endereço desejado.
A parábola também é uma metáfora, pois através dela são ensinados ou expostos conceitos, às vezes complexos, que de outra forma seriam difíceis de entender. Por isso mesmo Jesus Cristo utilizou inúmeras parábolas para ilustrar melhor suas mensagens e facilitar a compreensão delas pelas pessoas.

9. Motivação

Pessoas altamente criativas criam, não porque alguém exigiu que criassem algo, mas porque sentem necessidade de fazê-lo. O desejo e a motivação de criar são elementos básicos para elas. Não importa as dificuldades e obstáculos, o indivíduo criativo seguirá em frente sem desanimar, pois seus estímulos são internos, não externos. Ele é movido por entusiasmos internos. Pessoas criativas encontram no trabalho que elas escolheram o caminho mais importante para alcançar sua realização pessoal. De tão motivadas e concentradas, elas, não raro, perdem a noção de tempo e espaço ao se envolverem com suas atividades.

10. Originalidade

Ser original significa livrar-se de estereótipos, ir além do comum e corriqueiro, e imaginar soluções diferentes, mais avançadas e singulares para problemas existentes ou oportunidades que surgem. Pessoas criativas conseguem desestruturar sistemas e processos tradicionais e enxergar além das limitações impostas por regras e regulamentos, criando novas combinações e novas alternativas. Indivíduos que pensam de forma original quebram paradigmas. Em outras palavras: elas pensam “fora da caixinha”. Elas fazem conexões e associações mentais entre coisas muito diferentes entre si dando origem a eventos, fenômenos e experiências totalmente novas ou inusitadas. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a cirurgiã-dentista Beatriz Zorowich, cuja empregada vivia entupindo a pia da cozinha quando lavava arroz. Então, uma noite, assistindo televisão, Beatriz teve um “estalo” e veio a ideia completa de como  fazer um lava-arroz.  Auxiliada pelo marido, colocou papel-alumínio em duas tigelas, grampeou uma na outra e fez furos com prego. Pronto! Estava inventado o protótipo do escorregador de arroz, útil também para escorrer verduras, feijão, morango etc. O invento foi aperfeiçoado, patenteado e passou a ser produzido industrialmente pela Trol S/A, tornando-se um extraordinário sucesso de vendas, rendendo polpudos dividendos à inventora. Algo simples e útil, no qual ninguém ainda havia pensado antes.

 11. Percepção

Um dos pontos-chave da criatividade é a percepção. É aquilo que muitas vezes está bem à nossa frente, mas não enxergamos.  Vemos, mas não percebemos, olhamos, mas não distinguimos. A pessoa perceptiva enxerga além das coisas, além do óbvio, além das aparências. Foi o que Ray Krock viu no sistema de fast food criado pelos irmãos McDonalds. Os irmãos haviam criado o processo, mas não haviam se dado conta do alcance do seu invento. Ray Krock  percebeu suas imensas possibilidades e adquiriu os direitos de terceirização da metodologia, implantando-o em seus restaurantes e lanchonetes, tornando-se proprietário da maior cadeia de lanchonetes do mundo.

12. Perseverança e concentração

Pode-se afirmar categoricamente que perseverança e concentração são dois componentes fundamentais e indispensáveis da criatividade e inovação. Muitos imaginam que ser criativo é sentar na poltrona, relaxar, dar vazão às ideias e que, depois disso, as coisas se concretizarão automaticamente como num passe de mágica. Nada mais distante da realidade. Ter ideias é uma coisa, colocá-las em prática, é outra, bem diferente. Por isso mesmo, criatividade não é para preguiçosos e indolentes. Ela exige esforço e trabalho concentrado tanto na fase de experimentação quanto na implantação.
Thomas Edison, que patenteou 1.093 inventos, afirmava que a perseverança era uma de suas maiores armas para descobrir novos dispositivos. A lâmpada elétrica, por ele inventada em 1879, teve cerca de 1.300 experiências fracassadas, antes do primeiro sucesso. Ele considerava os malogros apenas etapas indispensáveis para o triunfo final. Logo, quando Edison afirmava que a genialidade é 1% inspiração e 99% transpiração, ele queria dizer que a ideia representava somente 1% do processo, os outros 99% eram de pura transpiração para concretizá-la, isto é, tinha que “suar a camisa”.  Pessoas criativas demonstram persistência inabalável perante obstáculos e frustrações. O raciocínio ininterrupto e trabalho continuado estão entre suas melhores características. Einstein observou: “Eu penso sem parar durante meses e anos. Noventa e nove vezes a conclusão é errada. Na centésima vez eu acerto.” Mentes produtivas são disciplinadas e concentradas naquilo que fazem, a ponto de, às vezes, perder a noção de tempo e desligar-se do que acontece à sua volta.
*** Texto extraído e condensado do livro “Manual de Criatividade Aplicada”, de Ernesto Artur Berg, Juruá Editora. – VIA: dtcom

AS LEIS UNIVERSAIS

Saiba como movimenta-se as energias universais.



As Leis Universais são os pilares da criação e regulam os movimentos e atividades tanto da vida humana quanto de todo o cosmos. No caso do ser humano, elas indicam o caminho a seguir, visando o seu aperfeiçoamento e evolução. Cumprem esse supremo objetivo, porque nelas está plasmada a vontade do Criador, que estabelece a evolução integral e permanente do homem. Para que este possa alcançar tais objetivos é imprescindível o conhecimento dessas leis, que lhe é concedido através da consciência que o ser humano vai formando com os conhecimentos transcendentes.Toda a criação é governada por leis, e os princípios que operam no mundo físico estudados pela ciência, são as leis naturais. Por outro lado, desde sempre que todas as sabedorias e conhecimentos espirituais, revelaram leis subtis que presidem ao plano espiritual e à dimensão da consciência.De acordo com essa sabedoria, a verdadeira natureza da matéria está contida nestas leis energéticas. O ser humano quando aprende a conhecê-las consegue conquistar a verdadeira liberdade interior. Muitos mestres Zen dizem “Conhece as Leis e sê livre”.

Utilizar as leis de forma consciente é uma experiência maravilhosa e uma grande aventura. Digo muitas vezes que as leis fazem-nos sentir que podemos plantar sementes com as nossas intenções e vê-las  gradualmente a tomar forma. O ser humano caminha num longo processo evolutivo, e todas as nossas escolhas passadas condicionam o nosso presente, pela positiva ou não. A grande maioria dessas escolhas é inconsciente, e estudos atuais confirmam que aproximadamente 90% do que criamos na nossa vida, fazemo-lo de forma inconsciente (os nossos hábitos, automatismos, padrões inconscientes de resposta ao meio). Por isto, atraímos tantas vezes para a nossa vida circunstâncias de que não gostamos. São consideradas a lei da Atração e a Lei da Criação Consciente juntas em ação.
 

A Lei da Atração

“A nossa vibração energética atrai uma outra vibração energética semelhante.”

De acordo com esta lei Universal da Atração o universo envia para nós, o que nós enviamos para nós próprios. De uma forma simplicista o universo respeita a nossa consciência e o que o seu nível evolutivo atrai. Recebemos o que damos porque damos a nós mesmos. O que fazemos, fazemos a nós próprios e a vida trata-nos como nós nos tratamos a nós mesmos de uma forma consciente e inconscientemente. Logo pensamos e logo agimos, pois o pensamento é uma força criadora, e a nossa mente humana é uma luz da mente infinita de Deus. As reações produzidas pelos exercícios das nossas ações boas ou más tornam-nos receptores daquilo que outrora produzimos consciente ou inconscientemente. Dessa forma; recebemos de volta – muitas vezes multiplicado – aquilo que geramos. Pensamentos negativos atraem pensamentos negativos, como pensamentos positivos atraem pensamentos positivos.

Uma forma de nos alinharmos com a fonte inesgotável universal pode ser através da meditação ou da oração. Concentrar a nossa intenção e mantê-la na mente pode ser uma forma de colocar no plano físico, de acordo com nossa intenção. Paralelamente se desenvolve o desapego pelos resultados, e o processo da criação divina não é para ficar obcecados num só pensamento, mas trabalhar com a intenção de se realizar. A nossa intenção ajuda a construir o nosso caminho da vida, e devemo-nos lembrar que o universo não funciona pela sua competição, mas pela cooperação entre pensamento e ação. Devemos ser criadores, pois a evolução é o impulso silencioso no coração da humanidade.

Quanto mais tempo é um pensamento puro e isento de qualquer outro pensamento, se for mantido na mente, mais poderoso será o resultado. Esta é a iniciação no processo de manifestação das nossas intenções. Onde está a nossa atenção, está o nosso desejo. A intenção transforma a realidade promovendo a manifestação do desejo. Nesta lei a base da manifestação energética consiste em que nada está estático, tudo se move e vibra. Esta é a Lei do progresso, do movimento e da rotação constante. A energia do pensamento vibra em baixas frequências, e o pensamento subtil, é energia vibrando em frequências mais elevadas. Na vida tudo o que existe está em constante vibração e movimento, e nós somos receptores e emissores de vibrações, em relação ao nosso meio ambiente.

Em relação às questões energéticas desta lei, atraímos a nós as pessoas e as circunstancias que estão na mesma onda vibratória, que entram em ressonância com o nível energético em que nós vibramos. As emoções mais densas, como o rancor e a tristeza, correspondem a frequências mais baixas de vibração e atraem, frequências de igual valor, ou seja, as frequências da zanga e frustração. Também não nos devemos esquecer aquilo que emitimos, ser-nos-á, assim devolvido. Quando falamos do destino, é a consequência direta das energias de cada um, e nada acontece por acaso nesta teia energética. A Mente Universal não julga, os pensamentos humanos das quais muitas vezes irrealistas e artificiais.
 
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A lei da criação consciente:

“Criamos a nossa própria realidade (o que está fora é um reflexo do que está dentro). Devemos assumir a nossa responsabilidade pela nossa vida, felicidade, saúde, etc… em vez de responsabilizarmos os outros (os médicos, terapeutas, advogados, pais, governantes) ou o mundo à nossa volta. “


Os pensamentos, imagens, ações, medos que retemos na nossa mente consciente e inconsciente, irão manifestar-se espelhados nas nossas circunstâncias externas. O mundo exterior é um espelho do mundo interior. Quando esta Lei é usada conscientemente, aumentará a claridade e a capacidade da nossa visão e possibilitará à mente penetrar gradualmente nos segredos da vida, iluminando muitos paradoxos e esclarecendo muitas questões internas. Esta analogia ou correspondência, estabelece a interligação entre todas as coisas no universo e mantém a compreensão em todas as coisas em relação entre si. Tudo nesta dimensão é dúbio em relação as nossas questões e em referência ao mundo que vivemos. Tudo tem o seu oposto-complementar, e os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau. Todos os paradoxos são reconciliáveis, pois tudo tem a sua polaridade.

Nesta polaridade energética grande parte das nossas soluções, e dos nossos receios e medos encontram-se encerrados na nossa mente. Uma forma de conseguir ultrapassar as dificuldades da vida, é encontrar o caminho da felicidade, é pensarmos que muitas das situações que passamos na nossa vida, fomos nós conscientemente que as permitimos, muitas vezes por falta de coragem ou medos de enfrentar os outros.Os conceitos Yin e Yang estão presentes na nossa vida, e significam o princípio e as mudanças da Natureza. É o princípio de tudo quanto existe na Criação, e todas as formas de energia possuem estas duas polaridades, opostas e complementares. Uma forma de entender este conceito é quando numa fase da nossa vida, ficamos doentes (esgotamento por exemplo), e essa doença (Yin) deu-nos o tempo necessário para analisar e pensar melhor na nossa vida, e dar mais valor a nossa saúde e estarmos mais perto da nossa família.No conceito energético Yang essa doença serviu para uma melhoria na nossa vida. O ser humano tradicionalmente nos momentos bons pouco ou nada aprende, e nos momentos de dificuldade na vida acaba por lembrar, e aprender sempre mais a dar valor a vida. É esta a sina do ser humano criada por ele próprio, a qual ele pode mudar, se aprender a pensar vai aprender a viver. Se não conseguimos ser mestres do nosso próprio pensamento, então seremos mestres de quê?

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A lei da permissão:

“Permitirmo-nos receber aquilo que desejamos – a energia universal é infinita (não tem limites); e o universo é abundância.”


O tempo não existe e esta ideia é uma convenção, um acordo social. Passado e futuro só têm realidade nas nossas construções mentais. Na verdade, só temos o presente – agora. Quando mantemos um remorso ou mágoa na nossa mente por algo ocorrido no passado, mantemos a ocorrência viva através de imagens e sentimentos que evocamos. Quando estamos ansiosos em relação ao futuro, mantemos a ânsia viva através de imagens que visualizamos na mente. Quando praticamos o recordar que o aqui e agora é tudo o que temos, o nosso presente melhora. O único momento que temos nesta vida é o agora, pois é onde criamos. As consequências dos atos passados são geridas pelas leis do karma e do Dharma, que nos indicam o porquê de estarmos recebendo os entraves atuais. O nosso futuro é construído a partir dos pensamentos de hoje, embutidos pela emoção e orientados pela ação. Evoluir espiritualmente significa também aprender a perceber o sentido de ordem das coisas e a perfeição inerentes ao momento presente.

O poder consciente atual é aprender a trazer para agora os nossos sonhos e o nosso coração. É preciso concentrarmo-nos em coisas novas para magnetizar outras coisas novas. O semelhante atrai o semelhante e nós precisamos desidentificarmo-nos com o negativo, com aquilo que nos disseram que nós éramos, com as expectativas dos outros sobre nós e construir saudavelmente a nossa vida de acordo com o nosso merecimento. É preciso libertarmos o passado, isso significa também a criação de uma história “nova”, sabendo que nós temos esse poder maravilhoso de transformação. Lembrem-se, tudo na criação é energia e por isso todos os pensamentos por nós pensados apresentam uma frequência. Cada sílaba, palavra ou forma-pensamento por nós invocada tem seus próprios conjuntos de frequências que ressoam por todo seu universo. Quando nos concentramos no amor, as frequências de alegria, harmonia e paz ressoam no universo. Quando se concentram no medo, frequências de raiva, depressão e caos são as mensagens recebidas pelo universo.

A espiritualidade é acerca de ser, não de ser algo. E o ser, o estar consciente, atento e presente a todo o momento, é a cura para as nossas falhas de pensamentos e temos que aprender a cultivar pensamentos positivos, em todas as circunstâncias da vida. Então se acreditamos que podemos ter algo na nossa vida, vamos receber. Se não acredita ou duvida, então não receberá o que pede ou deseja. Se não tiver esperança, não o estará a permitir. Se tiver expectativas, não estará a permitir. Quanto mais tentar manipular ou controlar, então mais atrapalhará e retardará a manifestação dos seus desejos. A lei da “permissão” significa simplesmente isso: permitir receber algo na vida.
 

A lei da liberdade de escolha:

“Escolhemos o nosso caminho, ouvimos a nossa voz interior e respeitamos a liberdade de escolha dos outros.”


A lei universal diz que o ser humano é livre de qualquer constrangimento e da qual desfruta de uma liberdade absoluta nas suas escolhas. É pelo pensamento que o homem desfruta de uma liberdade sem limites, porque o pensamento desconhece obstáculos. Há um tempo para tudo na vida, como experimentarmos diversas emoções, diversas versões de nós próprios, diversos papéis, diversas modalidades de viver a vida de acordo com a consciência de cada momento.

Esta lei implica uma aceitação pragmática do momento presente. Aceitamo-nos a nós, aos outros e às circunstâncias tal como se apresentam em vez de lhes manifestarmos uma rígida resistência. Neste estado de consciência, as pedras no caminho transformam-se em degraus e os problemas em oportunidades. Tudo serve o nosso maior bem se fizermos um bom uso de tudo.

A maneira mais rápida de evoluir é dizendo sim à Vida porque estaremos a aplicar a aprendizagem contínua, ou seja deixamo-nos fluir com a vida, não oferecer-lhe resistência produz verdadeira transformação interior que abre as portas às bênçãos. Todos os dias podemos escolher resistir ou aceitar aprender com a Vida.

Liberte-se da dor, do remorso, da amargura e escolha o perdão pois é uma virtude espiritual sagrada.Perdoar não significa, que aceitamos o comportamento agressivo dos outros. Que passemos uma esponja e nos esquecemos automaticamente de tudo, como se apagasse nas células do nosso cérebro aquelas que contém a memória da ocorrência. O que acontece, é que quando me lembro da situação e fiz um trabalho honesto de perdão, a dor sentida antes vai diminuindo cada vez mais até que um dia, recordo-me da situação e já não magoa. Até que me esqueço da própria situação. O perdão transforma-se assim, numa extraordinária conquista do amor. Uma conquista que nos traz gradualmente um crescendo de paz interior que liberta grandes quantidades de energia psíquica/emocional que passamos a ter disponível para fazermos outras coisas na nossa vida.

Quanto à fatalidade na vida terrestre, pode-se dizer que está estreitamente vinculada ao exercício do livre-arbítrio. Temos liberdade para exercer a nossa vontade e efetuar opções, mas a Vida estará realizando, sem cessar, no íntimo da nossa consciência, um levantamento de bens e males cultivados, premiando-nos com a paz ou corrigindo-nos com a dor, a fim de que não nos percamos nem estacionemos nos caminhos da evolução. Liberdade de escolha, liberdade de nos amarmos mais, liberdade da ilusão de que estamos melhor com o ganho secundário da dor e do ressentimento. Liberdade de aceitarmos a Vida na íntegra, aceitar aprender atentamente nesta escola, com as experiências que nos elevam aos cumes da gratidão e com as que nos levam aos abismos da desilusão e do desespero.
 

Conclusão


Todas estas leis universais são necessárias para alcançarmos toda esta sabedoria divina. É necessária haver a transformação de nós próprios, através do pensamento, da compreensão e da transformação dos padrões de pensamento, anulando pensamentos negativos, chamando-os de volta, cancelando-os e substituindo-os por pensamentos positivos.
  

SENSIBILIDADE DOS SIGNOS

Ações e reações, atitudes tranquilizadoras ou intempestivas, suavidade e energia, calma ou ansiedade… Cada um de nós age e reage frente às circunstancias da vida, de acordo com a nossa maneira de ser. Em um mapa natal, essa sensibilidade pode ser estudada, analisada e equilibrada através de técnicas e orientações, mas o signo pode dizer como anda sua sensibilidade!

Elemento Fogo


Áries, Leão e Sagitário…

Os signos de fogo. Não podem ser considerados os mais sensíveis do Zodíaco, pois voltados mais para o próprio eu, não percebem a realidade de quem está ao seu lado ou à sua volta. Ansiosos e entusiastas, a percepção de sentidos mais sutis pode escapar.
Áries – Os Arianos têm um temperamento forte, ousado, direto e, muitas vezes sem tato (o oposto de Libra) e com esse jeito objetivo, ansioso e irritado, nem sempre conseguem perceber as necessidades alheias, ferindo a sensibilidade das pessoas que amam. São muito ligados ao coletivo. Precisam aprender a ter paciência com os outros, a ouvir e a observar mais.
Leão – Os Leoninos deixam as pessoas em dúvidas, pois quando desejam “perceber” o outro, são imbatíveis em suas gentilezas e atos generosos. São um bálsamo para quem deseja um colo, contudo, se essas atitudes apenas refletem um momento que estejam emocionalmente ligados e não a “realidade”, toda aquela ligação poderá desaparecer, deixando o “outro” sem atenção. Precisam fidelizar sua sensibilidade e enxergar o todo além do seu reino.
Sagitário - Os sagitarianos são dados a atos generosos e cheios de calor, mas não são os mais sensíveis do zodíaco. Embora este signo dê ótimos advogados e juízes, no âmbito pessoal, a imparcialidade pode falhar. Tem pouca percepção dos sentimentos dos outros, precisam prestar mais atenção às pessoas e suas necessidades, que divergem da deles.

Elemento da Água


Câncer, Escorpião e Peixes…

Os signos do elemento Água.São sem dúvida, muito sensíveis, a ponto de sentirem o que as pessoas sentem, e por isso são bons curadores e servidores, contudo, muita emoção pode tanto ajudar quanto atrapalhar.
Câncer – São bastante conhecidos os exageros de sensibilidade desse signo: ora alegres, ora tristes, entusiásticos ou irritados, nem sempre é fácil atendê-los. Donos de uma lógica que transcende a cabeça, movidos por emoções que nascem das entranhas, este signo preocupa-se com os outros e se desdobra para ajudar, mas, se forem feridos e magoados, podem fechar as portas de sua sensibilidade.
Escorpião – Mistura estranha de razão e sensibilidade, ora muito racionais ora muito emotivos, os escorpianos caminham por esses labirintos que nem sempre são compatíveis. Captam muito bem as emoções alheias e são capazes de um grau de percepção fabuloso, mas podem também, por motivos nem sempre compreendidos, fecharem as portas dessa sensibilidade de forma meio abrupta.
Peixes – Imersos em sensações, os piscianos possivelmente são os mais capazes de sentir o que os outros sentem o que faz com que muitos deles enveredem por trabalhos voluntários e abnegados. Toda essa sensibilidade tem preço: deixa-os muito vulneráveis e inseguros. Precisam aprender a trabalhar a força emocional e curadora que possuem.

Elemento Ar


Gêmeos, Libra e Aquário…

Possuem um potencial interessante na questão da sensibilidade, podem analisar os fatos distantes das emoções e somam com a intuição e percepção extrafísica, ajudando-os a serem ótimos conselheiros e orientadores, contudo, pecam por vezes, em análises obsessivas.
Gêmeos – Não se pode dizer que este é o signo que obedece aos sinais do coração. Os geminianos são muito mais voltados à cabeça, são intuitivos e perspicazes, mas nem sempre utilizam estes atributos para olharem o outro. Precisam valorizar mais as sensações alheias e deixarem o coração mais à vontade.
Libra – Os librianos são conhecidos por serem os mais diplomáticos do zodíaco. Procuram, a todo o custo, a compreensão alheia; são cordiais, gentis, amigos e simpáticos. Estão sempre querendo ajudar os outros, mas essa força toda, por vezes pode se tomar meio irracional e cheia de melindres. O fato de não saberem dizer não pode provocar tensões a este signo.
Aquário – Este signo é conhecido por ser o mais amigo! Quem já não se apoiou na força e orientações de um amigo aquariano? Sensíveis, são capazes de avaliar muito bem a dor alheia, mas, por vezes, carecem sentir mais com o coração do que com a mente, aquilo que os outros precisam e responder com o coração.

Elemento Terra


Touro, Virgem e Capricórnio…

São considerados práticos e cuidadores, mas nem sempre sensíveis às necessidades alheias. Podem falhar em atender psicologicamente aos seus provedores e se esquecem que a nutrição deve ser emocional também!
Touro – Os taurinos gostam de cuidar dos outros, ajudando-os em suas necessidades, mas não são muito propensos a ver além do véu, ou seja, precisam apurar os sentidos para enxergarem “coisas” não ditas, e que, muitas vezes, os “outros” necessitam que eles enxerguem.
Virgem – Os virginianos são perspicazes, curiosos e sua principal forma de ser sensível é ouvindo os outros, sendo cordial e também servil. Este signo, regido pelo Planeta Mercúrio, por vezes se perde em detalhes sem importância em detrimento do todo, deixando de perceber a necessidade do coração e não da mente. São intuitivos, espertos e adoram cuidar dos outros.
Capricórnio – Os nativos deste signo regido pelo Planeta Saturno são provedores natos, adoram gerenciar a vida dos que estão próximos a eles. Entretanto, sua forma de agir nem sempre é aquela que os outros desejam. Precisam ser mais leves e acreditam mais em seu potencial de orientação.
 

VIDAS PASSADAS



Você acredita em vidas passadas?
E não, eu não estou falando apenas de romances de fantasia ou contos de fadas. A regressão a vidas passadas está disponível como uma forma de hipnoterapia que é usada para curar e transformar causas de doenças físicas e questões
emocionais. Regressões a vidas passadas podem ajudar a nos conectar com nossa alma para obtermos respostas sobre nossos relacionamentos, aspirações de carreiras, medos, desejos e até mesmo propósitos de vida em geral.

A regressão a vidas passadas é baseada em uma crença de reencarnação, ou seja, que sua alma é eterna e indestrutível. Guardada por algumas culturas e tradições espirituais, acredita-se que a sua alma evolui de uma vida para outra em diferentes corpos, crescendo e aprendendo para que você, em última análise, incorpore plenamente e perceba que é um ser espiritual.
A segunda crença de regressão a vidas passadas é o Karma, o princípio espiritual de causa e efeito, no qual suas últimas experiências, pensamentos e ações impactam diretamente o seu presente e futuro. Enquanto é comumente entendido a partir da psicologia de que nossos pais, infância e experiências de vida impactam que somos nesta vida, o Karma leva esse conceito para abranger ainda mais vidas passadas da sua alma.
Parte da hesitação em torno de entender regressões a vidas passadas, é que nenhum de nós é consciente do que está acontecendo em nosso subconsciente, em qualquer momento durante o dia.
Alguma vez você já teve um déjà vu quando conheceu alguém, visitou um lugar novo, ou fez alguma coisa? Esse sentimento de “Eu conheço você!” ou “Eu sei o que é isso!”, mesmo que não se lembre? Você quer saber por que está aqui na Terra? Qual é o propósito da sua alma? Você já se perguntou quem foi em uma vida passada? Por que você adora ou se sente repelidopor alguém?
Você provavelmente já se fez uma ou muitas destas perguntas antes. Isso porque você é um ser espiritual. Tais experiências e reflexões são as maneiras de sua alma sussurrar-lhe de que há mais para você do que você sabe. O conhecimento reside nessas partes profundas de sua alma, e esse conhecimento pode oferecer cura, respostas e orientação para as questões desconcertantes em sua vida.
A regressão a vidas passadas é uma terapia holística para o seu corpo, mente, alma e psique, com base na causa e efeito (karma). Sua alma (ou Eu Superior) é divina e indestrutível. Eterna e onisciente. O que acontece em uma de suas vidas se transfere para a próxima.
Você pode curar e transformar o nível de sua alma com uma regressão a vidas passadas, muitas vezes de formas exponencialmente mais rápidas e eficazes do que outras modalidades de cura. Você também pode se conectar com a sabedoria da sua alma e o modelo de quem você é.
Sua alma é o seu banco de dados astral, com acesso a grandes quantidades de informações sobre você e suas vidas passadas. Você pode conseguir respostas e orientação sobre si mesmo e sua vida, resppndendo a perguntas como:
  • Por que estou aqui?
  • Por que estou passando por isso?
  • Qual é o propósito da minha vida?

Por que você deve se preocupar em ter uma regressão a vidas passadas? Aqui estão 12 razões:

1.Você começará a tocar e sentir sua alma, sabendo quem você é como um ser espiritual.
2.Você receberá amor incondicional. Você saberá e sentirá quão sagrado e divino você é. Quão amado e precioso você é.
3.Você poderá descobrir o propósito da sua alma. Por que você está aqui na Terra.
4.Você poderá entender a dinâmica por trás das relações significativas, tanto as maravilhosas, quanto as desafiadoras, e como mudar ou crescer com elas.
5.Você poderá curar problemas físicos. Aqui, entramos no reino do miraculoso com milhares de registros de curas onde, apenas lembrando um trauma de vida passada como afogamento, uma mulher se curou da asma.
6.Você poderá curar problemas emocionais como fobias, medos, e transformar mentalidades tóxicas, como se sentir impotente, abandonado, ou não amado.
7.Você ganhará “perspectiva de alma”. Isso vai mudar quase todas as maneiras com as quais você vê a si mesmo, seus relacionamentos e vida.
8.Talentos e dons inexplorados poderão despertar em você.
9.Você receberá orientação e amor de seus guias espirituais.
10.Você poderá curar e transformar, em um nível celular, muito rapidamente.
11.Você poderá se conectar com sua família de alma.
12.Você sentirá e experimentará a sua Divindade, sua verdadeira natureza do amor, paz, alegria e plenitude. Você saberá quem é como uma alma, um ser espiritual.
Quais são seus pensamentos e experiências com regressões a vidas passadas? Eu adoraria ouvi-lo nos comentários abaixo.

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Traduzido pela equipe de O Segredo